Deu no Terra, notícias, 11/4/2009:
Mulher sobrevive a ataque de 3 ursos polares na Alemanha
11 de abril de 2009 • 04h40 • atualizado às 05h15
Uma mulher de 32 anos sobreviveu milagrosamente ao ataque de três ursos polares no zoológico de Berlim, de onde foi resgatada após receber várias mordidas leves que lhe produziram ferimentos graves, informa hoje o jornal Bild. - Nossa, figuras de linguagem... Ou quase...
Segundo o Bild, a mulher saltou no fosso dos três ursos no momento em que eles eram alimentados, e por isso havia muitos visitantes no lugar, entre eles famílias com crianças.
A mulher abriu espaço entre a multidão, tirou os sapatos, passou por cima de uma cerca de segurança e saltou de uma altura de dois metros para cair no fosso, tapando o nariz como para se desse um mergulho de cabeça. - Belíssima e detalhada descrição... a continuar no próximo parágrafo... mas... "Como para se?" alguém decide a estrutura antes de publicar, please?
Após o salto, os três ursos polares se aproximaram lentamente de sua vítima em meio aos gritos dos espectadores.
O processo de resgate durou cerca de 10 minutos, depois que uma primeira tentativa fracassou porque o salva-vidas atirado para retirá-la se rompeu.
"Os ursos poderiam ter feito 'picadinho' dessa mulher. Ela teve uma sorte enorme", disse o comissário do zoológico, Heiner Klös.
Após o resgate, a mulher foi hospitalizada e operada com urgência.
Ainda não foi esclarecido se a mulher tentou se matar ou se simplesmente pretendia viver uma "aventura", confiando em ser resgatada pelo pessoal do zoológico. - Aposto numa combinação dos dois..
E mais uma vez isto não estava na seção bizarra.
sábado, 11 de abril de 2009
terça-feira, 1 de julho de 2008
Salvem a fauna marinha!
Deu hoje no Terra, em "Últimas notícias". Apenas após acessar o link observamos que faz parte da categoria "notícias populares". Mesmo assim, causa surpresa: o protagonista não é uma loura ou está a sangrar...
Terça, 1 de julho de 2008, 14h37
Peixe-gato morre tentando comer bola de futebol
Um peixe-gato morreu tentando comer uma bola de futebol que flutuava no rio Main, na Alemanha. (Sim, isso mesmo, um peixe-gato. bom, podemos dizer que o responsável pela notícia aprendeu a fórmula direitinho na faculdade. Trocar "peixe-gato" por "homem") Um policial ouvido pelo site da publicação Der Spiegel nesta terça-feira disse que este é o caso mais estranho que ele já viu em 30 anos. (estranho seria se fosse uma pessoa... como é um animal... convenhamos, estranho mesmo é essa "notícia" ser destaque...)
O animal de 2 m foi encontrado morto ontem em uma barragem do rio, depois que a bola entalou em sua boca, impedindo que ele respirasse. De acordo com um comunicado das autoridades, o peixe mordeu a bola e morreu sufocado.
Segundo o policial Reiner Jünger, ouvido pela Der Spiegel, o animal está entre os maiores predadores de água doce. Ele fica no leito do rio aguardando a aproximação das presas que nadam na superfície. (Ainda é estranho?)
Terça, 1 de julho de 2008, 14h37
Peixe-gato morre tentando comer bola de futebol
Um peixe-gato morreu tentando comer uma bola de futebol que flutuava no rio Main, na Alemanha. (Sim, isso mesmo, um peixe-gato. bom, podemos dizer que o responsável pela notícia aprendeu a fórmula direitinho na faculdade. Trocar "peixe-gato" por "homem") Um policial ouvido pelo site da publicação Der Spiegel nesta terça-feira disse que este é o caso mais estranho que ele já viu em 30 anos. (estranho seria se fosse uma pessoa... como é um animal... convenhamos, estranho mesmo é essa "notícia" ser destaque...)
O animal de 2 m foi encontrado morto ontem em uma barragem do rio, depois que a bola entalou em sua boca, impedindo que ele respirasse. De acordo com um comunicado das autoridades, o peixe mordeu a bola e morreu sufocado.
Segundo o policial Reiner Jünger, ouvido pela Der Spiegel, o animal está entre os maiores predadores de água doce. Ele fica no leito do rio aguardando a aproximação das presas que nadam na superfície. (Ainda é estranho?)
domingo, 29 de junho de 2008
Diga trinta três
Deu hoje no Terra...
Domingo, 29 de junho de 2008, 09h47 Atualizada às 10h06
Além do PAC, Dilma acumula 33 funções e desafetos
Ela acumula 33 funções e 33 desafetos?
Ainda no Terra deste domingo...
Domingo, 29 de junho de 2008, 10h50 Atualizada às 10h42
vc repórter: pomba fica presa em fiação elétrica
"Vc"... internetês... Precisa? E quanto à relevância da notícia... Bem, estava em destaque. E os gatos nas árvores? Por que ninguém se importa com eles? Pobres animaizinhos...
Domingo, 29 de junho de 2008, 09h47 Atualizada às 10h06
Além do PAC, Dilma acumula 33 funções e desafetos
Ela acumula 33 funções e 33 desafetos?
Ainda no Terra deste domingo...
Domingo, 29 de junho de 2008, 10h50 Atualizada às 10h42
vc repórter: pomba fica presa em fiação elétrica
"Vc"... internetês... Precisa? E quanto à relevância da notícia... Bem, estava em destaque. E os gatos nas árvores? Por que ninguém se importa com eles? Pobres animaizinhos...
sábado, 28 de junho de 2008
Marca própria, de nome bem particular
Deu hoje no G1... Atenção ao item "Mudança de imagem"
28/06/2008 - 07h30
Alta da inflação incrementa consumo de ‘marcas próprias’
Produtos ‘de rede’ custam até 20% menos que as mercadorias de marcas 'famosas'. Varejistas dizem que preços em alta podem facilitar uma migração maior de clientes.
Com a inflação em alta – o índice projetado oficial para este ano é superior a 6%, o dobro de 2007 –, consumidores trocam marcas tradicionais por marcas próprias de grandes varejistas, que custam até 20% menos.
Segundo consumidores ouvidos pelo G1, até produtos básicos, como o feijão, estão sendo substituídos.
Entre janeiro e abril, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) informa que as vendas do setor cresceram 7,63% em relação ao mesmo período de 2007.
Porém, segundo Sussumu Honda, presidente da entidade, o faturamento está mais relacionado aos preços em alta que ao volume vendido. O ritmo de crescimento na quantidade de produtos vendidos vem diminuindo ano a ano, segundo a Abras: 6,5% em 2005; 5% em 2006, e 3% no ano passado.
Marcas próprias
Segundo varejistas, as vendas das marcas próprias têm crescido até 25% ao ano, bem acima do mercado geral. No Carrefour, segundo Cláudio Irie, diretor de marcas próprias da rede, a alta do arroz, por exemplo, fez parte dos consumidores migrar para os produtos da marca do varejista. Nas lojas, de acordo com o executivo, esses produtos têm preço entre 15% e 20% menores que os tradicionais.
Segundo ele, a opção pelas marcas próprias mostra que, aos poucos, os brasileiros estão perdendo a desconfiança contra esse tipo de produto.
Para o consumidor, o baixo preço das marcas próprias era também sinônimo de má qualidade.
Com a mudança de imagem, Irie afirma que há espaço para ainda mais crescimento: no mercado europeu, as marcas próprias têm entre 40% e 50% de participação no varejo de alimentos.
No supermercado
Essa tendência é percebida no dia-a-dia nos supermercados. A comerciária Vilma Fontes diz que está especialmente assustada com o preço do leite e do açúcar. Do suco, mudou a marca. “Não me arrependo de mudar. Não dá para ser fiel à marca”, diz.
Com a alta dos hortifruti, ela também fez substituições na salada. Deixou de comprar tomate, que encareceu demais – segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), foram 10,4% somente em maio –, para comer mais alface e chuchu. A enfermeira Marisa Pereira diz que está procurando “marcas menos conhecidas” de pão, bolo e iogurte. A pensionista Maria Helena da Silva afirma que faz pesquisa e substitui produtos: “Eu passo em vários mercados, e não tem compra do mês. Eu compro um pouco em cada um”, explica.
No dia em que o G1 conversou com Maria Helena, ela estava em uma das unidades do supermercado Econ, em São Paulo, apenas para comprar leite e bisnaguinhas, que substituíram o pão francês em seu cardápio. A dona-de-casa Alicia Ribeiro Matos, mãe de Isabela, de 6 meses, diz que substituiu o feijão pela couve, uma verdura rica em ferro. Está também tentando comer mais macarrão. Verduras de preço mais alto, iogurte e leite em pó são comprados exclusivamente para a filha.
Mudança de imagem
Segundo a diretora de marcas exclusivas do Grupo de Pão de Açúcar, Alexandra Jakob Santos, a rede está tentando mudar a imagem que o brasileiro tem da marca própria. Por isso, o Pão de Açúcar tenta ligar uma de suas marcas – a Taeq – a uma imagem de vida saudável, em vez de focar somente no preço baixo. Alexandra diz que, com o lançamento de novos produtos – até o fim do ano, serão cerca de 700 levando a marca –, a Taeq vem crescendo cerca de 50% ao ano, sendo líder em vendas nos supermercados da rede em algumas áreas, como barras de cereal, arroz integral e achocolatado light. Apesar de “vender qualidade”, como diz a diretora do Pão de Açúcar, a marca Taeq tem preço entre 10% a 15% menor que seus similares.
A exemplo do que diz o Carrefour, ela também afirma que o momento inflacionário pode favorecer o crescimento das marcas próprias, embora elas também sejam afetadas pelos reajustes na ponta de cada produto.
“É um momento oportuno”, diz ela, uma vez que a alta dos preços faz o consumidor procurar produtos mais em conta.
Agora algum especialista em marketing explique, por favor, como uma marca chamada Taeq pode atrair consumidores... E qual será o planejamento de propaganda para que este nome possa ser vagamente associado a alguma coisa, quanto mais alimentos saudáveis...
28/06/2008 - 07h30
Alta da inflação incrementa consumo de ‘marcas próprias’
Produtos ‘de rede’ custam até 20% menos que as mercadorias de marcas 'famosas'. Varejistas dizem que preços em alta podem facilitar uma migração maior de clientes.
Com a inflação em alta – o índice projetado oficial para este ano é superior a 6%, o dobro de 2007 –, consumidores trocam marcas tradicionais por marcas próprias de grandes varejistas, que custam até 20% menos.
Segundo consumidores ouvidos pelo G1, até produtos básicos, como o feijão, estão sendo substituídos.
Entre janeiro e abril, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) informa que as vendas do setor cresceram 7,63% em relação ao mesmo período de 2007.
Porém, segundo Sussumu Honda, presidente da entidade, o faturamento está mais relacionado aos preços em alta que ao volume vendido. O ritmo de crescimento na quantidade de produtos vendidos vem diminuindo ano a ano, segundo a Abras: 6,5% em 2005; 5% em 2006, e 3% no ano passado.
Marcas próprias
Segundo varejistas, as vendas das marcas próprias têm crescido até 25% ao ano, bem acima do mercado geral. No Carrefour, segundo Cláudio Irie, diretor de marcas próprias da rede, a alta do arroz, por exemplo, fez parte dos consumidores migrar para os produtos da marca do varejista. Nas lojas, de acordo com o executivo, esses produtos têm preço entre 15% e 20% menores que os tradicionais.
Segundo ele, a opção pelas marcas próprias mostra que, aos poucos, os brasileiros estão perdendo a desconfiança contra esse tipo de produto.
Para o consumidor, o baixo preço das marcas próprias era também sinônimo de má qualidade.
Com a mudança de imagem, Irie afirma que há espaço para ainda mais crescimento: no mercado europeu, as marcas próprias têm entre 40% e 50% de participação no varejo de alimentos.
No supermercado
Essa tendência é percebida no dia-a-dia nos supermercados. A comerciária Vilma Fontes diz que está especialmente assustada com o preço do leite e do açúcar. Do suco, mudou a marca. “Não me arrependo de mudar. Não dá para ser fiel à marca”, diz.
Com a alta dos hortifruti, ela também fez substituições na salada. Deixou de comprar tomate, que encareceu demais – segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), foram 10,4% somente em maio –, para comer mais alface e chuchu. A enfermeira Marisa Pereira diz que está procurando “marcas menos conhecidas” de pão, bolo e iogurte. A pensionista Maria Helena da Silva afirma que faz pesquisa e substitui produtos: “Eu passo em vários mercados, e não tem compra do mês. Eu compro um pouco em cada um”, explica.
No dia em que o G1 conversou com Maria Helena, ela estava em uma das unidades do supermercado Econ, em São Paulo, apenas para comprar leite e bisnaguinhas, que substituíram o pão francês em seu cardápio. A dona-de-casa Alicia Ribeiro Matos, mãe de Isabela, de 6 meses, diz que substituiu o feijão pela couve, uma verdura rica em ferro. Está também tentando comer mais macarrão. Verduras de preço mais alto, iogurte e leite em pó são comprados exclusivamente para a filha.
Mudança de imagem
Segundo a diretora de marcas exclusivas do Grupo de Pão de Açúcar, Alexandra Jakob Santos, a rede está tentando mudar a imagem que o brasileiro tem da marca própria. Por isso, o Pão de Açúcar tenta ligar uma de suas marcas – a Taeq – a uma imagem de vida saudável, em vez de focar somente no preço baixo. Alexandra diz que, com o lançamento de novos produtos – até o fim do ano, serão cerca de 700 levando a marca –, a Taeq vem crescendo cerca de 50% ao ano, sendo líder em vendas nos supermercados da rede em algumas áreas, como barras de cereal, arroz integral e achocolatado light. Apesar de “vender qualidade”, como diz a diretora do Pão de Açúcar, a marca Taeq tem preço entre 10% a 15% menor que seus similares.
A exemplo do que diz o Carrefour, ela também afirma que o momento inflacionário pode favorecer o crescimento das marcas próprias, embora elas também sejam afetadas pelos reajustes na ponta de cada produto.
“É um momento oportuno”, diz ela, uma vez que a alta dos preços faz o consumidor procurar produtos mais em conta.
Agora algum especialista em marketing explique, por favor, como uma marca chamada Taeq pode atrair consumidores... E qual será o planejamento de propaganda para que este nome possa ser vagamente associado a alguma coisa, quanto mais alimentos saudáveis...
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